Ain’t karma a bitch?

September 7th, 2008

Claro, eu tinha que abrir a minha boca e dizer que meu inferno astral tá light. Aí ele se encaralhou comigo e ontem, dando um check it out na minha câmera [porque eu pretendIA ir à Torre do Banespa tirar fotos], ela escapuliu da minha mão e caiu. Uma queda cinematográfica.

Nem é preciso dizer que ela não funciona mais, que a lente não recolhe mais e que vou ter que comprar uma nova, porque esse conserto é caro pra caralho. Ou seja: o preço de uma nova.

Então, que merda, né? Puta que pariu, puta que pariu, vai tomar no coool. Que raiva! ! ! ! ! !

Lembrando…

September 6th, 2008

que inferno astral existe sim, apesar de eu acreditar que este ano o meu está light. Em pouco mais de um mês, faço 27 anos.

Nunca pensei que chegaria nessa idade, hahah. Que meda. Mas é bom, porque minha idade cronológica vai se aproximando da minha idade mental, que é de 30 anos, desde o dia que nasci.

Mas eu já disse, né?

September 6th, 2008

São provações.

Essas coisas corriqueiras que acontecem na vida pra testar a intensidade do desejo da gente por uma coisa ou alguém.

Desenrolar.

September 6th, 2008

Sexta-feira é sempre assim, eu acordo empolgada, vou pro trabalho empolgada, faço tudo de olho no relógio, rezo pra dar 16h ou 17h [horário de saída depende do horário de entrada] e ir embora. Nesse espaço entre sair e voltar pra casa, sou feliz.

Fico pensando no que fazer, nos lugares que quero conhecer. São Paulo me faz ter vontade de conhecer lugares, tomar cervejas de países distantes, ir a shows de artistas que eu gosto e dos que quero conhecer.

Aí eu saio e vez em quando acontece alguma merda pra me fazer refletir e coisa e tal. Eu começo a pensar a respeito da oportunidade de esquecer, vou dormir com raiva e passo o sábado todo tomando resoluções bestas.

E assim se vive.

O que me falta.

September 3rd, 2008

A frase mais marcante do final de On Chesil Beach - pra mim, claro - é:

“É assim que todo o curso de uma vida pode ser desviado - por não se fazer nada”.

A pressa, a urgência de viver me empurram para isso: não fazer nada. Queria, não quero mais, demorou demais. Em paralelo, o que ocorre.

Meu Deus, viver é perigoso demais. Pro coração.

Fazendo o there’s no other way.

August 30th, 2008

O Phoenix tem uma música chamada “Everything is everything”, cujo verso inicial diz mais ou menos assim: “Things are gonna change, not for better, don’t know what it means to me”. Mais ou menos deixa a vida me levar. É assim a atual conjuntura da minha vida.

Não é que eu não saiba para onde vai, é que eu estou deixando ir. Às vezes aperto a rédea, às vezes solto. E assim vai. Às vezes eu rezo e peço para abstrair, mas dia desses vendo um filme com amigos, entendi que não é só pedir para abstrair. Aliás, não é só pedir. Não adianta chegar e dizer ‘Deus, me ajude a esquecer tal assunto que me faz mal’. Acho que não acontece, certo? Mas as oportunidades para TAL, tenho certeza que sim, e então tenho Deus.

Chegamos ao ponto principal, o das oportunidades. Aí está uma para mim. Como nada vem de mão beijada, mesmo o esquecimento, há uma porta aberta agora para ela. Resta-me aproveitar. Só isso.

Aqui.

August 24th, 2008

É difícil te alcançar.
Nunca vou te alcançar.

Mesmo
quando
estiveres
p e r t o.

Os dias passam.

August 22nd, 2008

Minha vida continua meio doida, mas essa semana algumas coisas começaram a entrar nos eixos. Trabalho demais, bem daquele jeito que gosto, aquele mesmo de chegar em casa, tomar banho e dormir. Muito provável que eu nunca tenha escrito isso aqui, mas o melhor dia pra mim é aquele em que chego me arrastando de tanto cansaço.

Algumas dores me fazem sentir viva. Outras não. Meu gato tá doente lá em Belém e por mais pentelho que ele seja, espero que não morra. Gostaria de ir lá novamente e dar umas porradinhas, uns gritos e olhar aqueles zói azuis.

Eu mesmo, tenho poucas dores, não dá pra mentir. O momento mesmo é de algumas dúvidas, daquelas constatações de que nada vai ser como antes. Ou melhor, já não é. Já não somos. O nunca mais assusta. Nunca mais vou te ver, nunca mais vou falar contigo. Nunca mais. Eu não tinha tanto medo assim desse estágio de tempo como tenho hoje, apesar de invocá-lo a torto e a direito nas últimas semanas. Nunca mais quero conviver com essas dúvidas estranhas, vou ignorar.

Melhor. Pra mim.

Das coisas difíceis.

August 18th, 2008

Às vezes a minha sinceridade me leva pro bueiro.

Mas eu falei o que tava sentindo e foda-se.

Melhor que ficar calada bestando, ruminando idéias e abafando sentimentos. Agora, que siga o baile.

Ahhhhhhhh.

August 17th, 2008

Eu e meus sentimentos. Eu e minha confusão.

Eu pedi por isso? Eu mereço isso?

Não sei. Só sei que é foda.